Vários
são os questionamentos acerca do jornalismo. A vontade de informar e de tornar
o mercado da informação rentável vem a longos passos degradando a qualidade das
matérias. Percebemos o quanto hoje está evidenciado. O direito de difundir
idéias é um direito constitucional, mas há tantos valores que não são levados
em conta para muitos terem a coragem de colocar nas ruas uma publicação. A
apuração dos fatos é sem dúvida alguma, se usado corretamente, um dos mais
importantes pilares que, e, serviria para minimizar ou até mesmo eliminar a
possibilidade de que injustiças decorrentes de matérias publicadas por pessoas
que não possuem um nível de conhecimento para desempenhar esta função social de
tão grande importância. Hoje, infelizmente, com relação a este assunto, vivemos
uma realidade um tanto distante. As informações para serem publicadas merecem
ser um pouco mais trabalhadas, e, é o que não acontece em alguns veículos de
comunicação de nossa cidade e região. Observamos certa parcialidade em alguns
veículos em detrimento à qualidade, e por conseqüência a verdade. Os cidadãos
esperam uma evolução na qualidade das matérias para que o exercício da cidadania
seja mais freqüente e qualificado. Para isto, além do dinheiro arrecadado com
os patrocínios, os empresários da notícia devem buscar maior credibilidade,
mas para que isso aconteça, todos precisam enxergar mais de uma via, por que
estes poderão ficar e morar na contramão da história. Para fechar, deixo aqui
registrado um outro pilar importante, talvez o mais o mais importante: A ÉTICA.
Não se esqueçam.
Meio Ambiente: Perdas e Ganhos
No inicio de mês de junho comemoramos a semana do Meio Ambiente, e, especificamente o dia 5, o dia mundial da Ecologia e do Meio Ambiente. No passado, o chamado “Primeiro Mundo” devastou e destruiu imensas florestas, especialmente os países da Europa e os Estados Unidos da América (USA). A industrialização destes países hoje reflete de forma negativa à perpetuação da vida em nosso planeta. O aquecimento global, a destruição da camada de ozônio e o descongelamento das geleiras nos pólos, além de vários fenômenos catastróficos que vem acontecendo em nosso planeta. A mídia vem dando grande ênfase ao assunto, porém a grande bola da vez é o nosso querido Brasil. Sabemos da necessidade de uma política séria de preservação, não só apenas do pulmão do planeta que é a “Nossa Amazônia”, mas também cada canto de cada cidade brasileira. O Brasil vive um momento importante para o desenvolvimento. Nós não podemos de forma alguma perder este trem da história, pois as oportunidades não caem do céu. Elas são frutos de um logo processo de planejamento. De forma alguma podemos concordar com a devastação, porém o desenvolvimento planejado que contemplem ações que permitam um equilíbrio, e, além disso, favoreça as pessoas da nossa terra que adquiram a possibilidade de poder ter uma vida com maiores oportunidades sem prejudicar a nossa qualidade vida.
A nossa querida Nova Era não deve, ou melhor, não pode fugir a este contexto, pois está inserida nestas mudanças. A cidade vive hoje um boom de mudanças, ou seja, um momento único, e, as pessoas que amam verdadeiramente Nova Era sabem que precisamos avançar. Há décadas a cidade vivia no esquecimento, e, o clientelismo prevalecia em detrimento à ampla maioria da população, por isto, o bom senso deve sempre prevalecer. Repito é claro que a natureza não pode pagar a conta, mas não podemos de forma alguma deixar que Nova Era caia novamente no esquecimento, e, que o bom senso seja privilegiado. O corte de qualquer árvore é muito doloroso, mas necessitamos analisar os verdadeiros motivos que motivou esta ação e mais, quais foram as medidas tomadas para a compensação, ou melhor, quantas outras árvores foram plantadas. Por isso, necessitamos refletir com relação às perdas, mas não podemos de forma alguma esquecer de analisarmos se realmente as perdas foram em vão e não se tomou nenhuma atitude reparadora. Citamos o caso dos caramujos da Rua Mário Carvalho no Bairro da Estação, onde os moradores decidiram eliminar os principais focos que infelizmente eram as bananeiras e um bambuzal que foram sacrificados em beneficio à saúde pública. Convido a todos novaerenses a uma reflexão: Vamos ficar a ver navios e não avançar? Vamos ficar condenados à paralisia desenvolvimentista? Bom, vamos perder ou vamos ganhar? Só para finalizar, o que você faria caso precisasse sacrificar uma árvore para beneficiar uma comunidade? Bom, de forma alguma gostaria ser o dono da verdade, mas acredito que uma das possíveis medidas a serem tomadas, por exemplo, seria o plantio de novas espécies em área apropriada, e quem sabe em maior quantidade. Vou embora e deixo mais duas perguntas. Onde estão as perdas? Onde estão os ganhos? Fácil de responder, mas peço-lhes: Reflitam.
POR QUE FESTA DA CARNE, AINDA?
Em pleno domingo à noite, já no terceiro dia de carnaval, me encontrei pensando sobre esta tal festa da carne. Uma das primeiras coisas que me ocorreu, foi buscar em minha memória o porquê deste nome, e, se ainda ele se justifica. Por certo um momento me perdi, mas rebuscando da consciência voltei ao ponto que interessa. Historicamente seria muito fácil explicar. Os romanos muito antes de Cristo já comemoravam esta data de uma forma que justificava o nome. Hoje, pelo menos em várias cidades, esta data pode representar muito mais do isto, pois poderíamos fazer uma análise sob o ponto de vista sociológico. O evento é realizado em espaços públicos, onde as pessoas congregam para uma diversão comunitária. Ah, certamente você irá me dizer que nestes locais acontecem fatos que retornaríamos à Roma daquele tempo. Bom, claro que não poderei afirmar com todas as letras de que não venha acontecer uma coisa ou outra, mas certamente graças a Deus em proporções menores, se respeitadas as proporções é claro. Além disso hoje possuímos uma policia mais preparada para lidar com várias situações. Mas voltando a questão sociológica, que considero altamente relevante, vivemos um período da humanidade onde as pessoas são treinadas a serem cada vez mais egocentristas, por isto, estes eventos ganham uma dimensão de importância imensurável. Os governantes precisam estar conscientes da importância da realização desta festa, e se possível ter uma calendário anual. Nós os interioranos sabemos valorizar estes momentos. O encontro é um momento muito especial, diria que quase mágico. Agora, ao estudarmos os outros aspectos do carnaval, por exemplo, o econômico.costataremos que festa tem o poder de movimentar milhões de reais, além a grande maioria das pessoas que participam desta festa estão com a intenção de apenas se divertirem. Por isso me pus a perguntar hoje: Por que festa da carne até hoje? Talvez o nome mais apropriado para hoje fosse: FESTA DA CERVEJA.04/02/2008
A BOLA DA VEZ É A CIDADANIA
O futebol, ou melhor, o esporte pode ser utilizado como uma das melhores fontes para levar oportunidades e qualidade de vida às crianças, jovens e adultos. Ele também dá uma importante contribuição para prevenção e combate a violência, e afastar as pessoas das drogas, além de auxiliar na educação. Recentemente, o governo Aécio Neves, criou a Secretaria Estadual de Esportes e Juventude para esta finalidade. Uma das ações da Secretaria é promover os Jogos Escolares e os Jogos do Interior de Minas (JIMI). Em Nova Era, ainda infelizmente não contamos com uma boa organização neste sentido. O campeonato de futebol que movimentava milhares de pessoas na cidade encontra-se paralisado por vários motivos. As saídas do meio de Jorge Batista e João Custódio afetaram pesadamente a realização deste importante evento esportivo municipal. Observa-se que se criou uma dependência entre poucas personalidades, mas a realidade vem mudando aos poucos. Um pequeno grupo de resistência liderada pelo atual presidente da Liga Esportiva de Nova Era, Clair Soares, que é mais conhecido por Rivelino, vem tentando reorganizar a entidade e por fim, promover o campeonato de 2008. A LENE recebe anualmente uma subvenção municipal na ordem de R$ 7.500 reais que de acordo com Rivelino é suficiente para a organização, mas na verdade falta recurso para os clubes. A cidade, após a reforma do estádio municipal do Bairro das Graças, possui uma boa infra-estrutura para realização de um campeonato municipal, pois além do estádio municipal os campos do Comercial, Minas oferecem excelentes condições. Acredito que com um pouco mais de força de vontade dos dirigentes dos clubes, da LENE, poder público e da comunidade em geral, o campeonato pode se tornar uma realidade, e, que todos sejamos os verdadeiros campeões em cidadania. Viva o esporte. Viva ao Futebol.23/01/2008
ATÉ QUANDO ESPERAR?
A saúde é uma das grandes riquezas que todos nós desejamos possuir. Nos últimos anos temos presenciado uma série de dificuldades para a manutenção da nossa saúde. Primeiramente poderia citar o alto custo com o qual devemos dispor para este fim. Em segundo lugar, talvez um ponto crucial, seria a qualidade e, principalmente a rapidez em que iremos receber os primeiros socorros que certamente são os momentos mais importantes para a preservação da nossa vida. É de extrema importância mencionar e enfatizar sobre as constantes crises que as instituições da nossa região vêm passando por alguns anos. Podemos citar as constantes crises financeiras passadas pela importante instituição de saúde que é uma “referência” regional, o Hospital Margarida de João Monlevade. Sabemos que o nosso “querido” Hospital São José da nossa Nova Era também passou por várias crises, com sérios riscos de chegar ao fechamento. Gostaria, na verdade, levantar um sério problema que nós estamos expostos: O FECHAMENTO DO HOSPITAL SÃO JOSÉ. A solução para este problema não será resolvido em um passe de mágica, mas com um trabalho pesado e sério. A comunidade novaerense precisa conscientizar, e, com força e muita união buscar soluções a fim de espantar o fantasma do fechamento. Sabemos que existem experiências com resultados fantásticos. Podemos citar os casos de dois hospitais de Belo Horizonte, o da Baleia e o Mário Pena que formaram uma associação com a finalidade de dar suporte financeiro. Recentemente, em João Monlevade, o Hospital Margarida também passou por uma aguda crise financeira, mas as pessoas da comunidade percebendo o tamanho do problema decidiram encarar o desafio, e, fundaram “Os Amigos do Hospital Margarida”. A partir daí vimos um crescimento fantástico, pois a força da comunidade monlevadense conseguiu sensibilizar pessoas, e, consequentemente dirigentes de grandes empresas que fizeram suas contribuições saneando a grande dívida gerada principalmente em razão da baixa remuneração feira pelo INSS. Diante disto, vejo uma grande necessidade de que as pessoas sensíveis empunhem esta bandeira em defesa da saúde e da vida da população de Nova Era, pois um hospital com a estrutura que possui o Hospital São José não deve ficar sujeito desta forma ao risco de fechamento, pois, além da garantia de funcionamento precisamos que busquemos melhorias. E a pergunta precisa ficar no ar: ATÉ QUANDO ESPERAR? Será que vamos esperar que um dos nossos mais queridos se vá sem ao menos ter a chance de ter um atendimento a altura, ou vamos esperar tudo cair dos céus? Deus quer ajudar mas precisamos mexer. 13/01/2008
QUAL É A CAUSA DA TÍMIDA PARTICIPAÇÃO POPULAR NAS REUNIÕES DA CÂMARA?
Mais um ano se passou. A última reunião da Câmara aconteceu em um clima diria que de uma forma lamentável. Desculpem-me, mas é a palavra que encontrei no momento para classificar esta reunião, pois ela transcorreu em um clima de disputa exacerbada, e acredito que em tom de quase desavença. Nas ruas não é o que se observa, pois ao fazermos uma avaliação do ano de 2007, muitas benfeitorias a cidade recebeu, parece-nos um fechamento de ano produtivo,e, na Câmara não correspondeu à altura.
Na verdade o que mais me incomodou foi verificar e certificar que pouco se tem feito no sentido de mostrar e esclarecer ao cidadão sobre as decisões tomadas no Legislativo Municipal. Entendo que é obrigação da Câmara Municipal levar ao conhecimento dos cidadãos todos os projetos que tramitam na casa, e, é exatamente isto que não observo, pois deparei com uma presença tímida de populares à reunião. Aí pergunto: por que a população não vai às reuniões da Câmara? Quais são as ações ou atitudes tomadas para que isto aconteça? Quais veículos são os de comunicação utilizados? Quantas vezes a Câmara buscou informar a população? Olha são tantos questionamentos que certamente neste momento não encontro as respostas, e, nós vamos ficar a ver navios sem fazer nada?
Tenho a convicção de que existe a necessidade mudanças que precisam ser implantadas pela próxima gestão da Câmara Municipal de Nova Era, pois não devemos e nem podemos nos acomodar. Uma nova mesa diretora da Câmara deverá ser escolhida, e, há esperanças de mudanças, e, é claro pra melhor. A democracia deve ser o sustentáculo das administrações, e contaremos como certo de que a casa se torne realmente a casa do povo. Esperamos que a mudança da sede, que possui um espaço maior e melhor, possa inspirar os dirigentes da casa, e, quem sabe eles busquem uma melhor participação popular, deixando assim que os projetos ganhem o domínio popular, fortalecendo a democracia, tornando assim, o município o melhor lugar para vivermos. 13/12/2007
É DEVER DA CÂMARA MUNICIPAL
O novaeraonline visando manter bem informados seus leitores foi à Câmara Municipal para buscar informações sobre os projetos que estão tramitando na casa, e depois de uma série de atendimentos não bem sucedidos, fomos informados que seríamos atendidos num prazo de quinze dias. A partir daí passamos a negociar um prazo menor no atendimento e solicitamos inclusive a leitura dos documentos públicos no local, e ainda para nosso desconforto fomos impedidos. O que mais me decepcionou foi o fato de que alguns funcionários e até mesmo um membro da câmara de vereadores tentarem justificar e, além disto, buscar embasamento na Lei Orgânica do Município e ainda pior no Regimento Interno para retardamento ao acesso aos projetos e resoluções que estão em tramitação na casa, isto certamente não deveria acontecer com nenhum cidadão. Não podemos esquecer ainda que no Regimento Interno deixa claro quando diz” ele é de aplicação restrita aos assuntos internos da Câmara, não comporta nenhuma norma ou obrigação imposta a qualquer cidadão do Município, pois não é uma Lei, e sim, um simples regulamento”.O fato real é que na verdade faltou e possivelmente ainda faltará o respeito que todo cidadão merece em no mínimo ser bem informado do motivo dos prazos e de sua legalidade. Além disso, se realmente existe um embasamento legal, o bom senso deveria prevalecer, neste caso, isto não aconteceu, deixando margens às dúvidas. A Câmara deve sim buscar a simplicidade e lisura nos processos. Os procedimentos devem, no mínimo, ser claros. Pode-se afirmar com toda a certeza de que os anos de chumbo, a censura não mais cabe no mundo de hoje, por isso acredito que a Câmara Municipal de Nova Era deve e fará em regime de urgência um estudo e buscara fazer uma reforma tanto na Lei Orgânica do Município quanto ao Regimento Interno, pois ambos foram promulgados em 1988 e, de lá pra cá pouco se fez. Também se torna importante dotar seus servidores de treinamentos para que os mesmos não cometam erros e manchem a imagem da instituição. Infelizmente, hoje a Câmara não dispõe de mecanismos eficazes que atenda e informa, com qualidade, em tempo hábil a população. Além disto, não existe clareza na informação por parte da Instituição que deveria no mínimo respeitar o acesso aos documentos públicos. Por fim é dever da Câmara Municipal respeitar a vontade e o direito popular “à informação, à democracia”. 30/09
UMA PRIVATIZAÇÃO QUE NÃO VALE
Um forte movimento em favor da reestatização da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) está acontecendo por todo o país. As Organizações Não Governamentais (ONG’s) representam uma fatia significativa da população, e são elas é que puxam as manifestações para invalidar o processo. A empresa foi vendida por um preço muito baixo, por R$ 3,7 bilhões, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, meses depois seu faturamento líquido já ultrapassava seu valor de venda.
Em Nova Era representantes do movimento sindical ferroviário e da ONG PRO CIDADANIA fizeram uma manifestação no sábado, durante o funcionamento da Feira Livre, embaixo da biblioteca municipal (rodoviária).
O governo neo-liberal do Fernando Henrique Cardoso provocou grandes prejuízos ao cofres públicos. Muitas empresas foram entregues a preço de bananas ao capital estrangeiro em detrimento ao nosso já tão sofrido povo.
O caso da privatização da CVRD foi o limite, mas ele queria mais e mais, ou seja, o nosso querido Fernando, ai, mas dói, pois damos azar com esse nome, desculpem-me os Fernandos que não têm nada com isso. Bom, vamos voltar a venda da CVRD, apesar de uma grande mobilização de uma grande parcela da sociedade, a venda foi consolidada dando prejuízos financeiros e sociais. Gostaria de frisar a questão social porque acredito que foi neste campo que aconteceu a grande perda. Recordo-me que em 1977 quando iniciei minhas atividades na empresa, o seu quadro atingia os 27 mil empregados. Hoje após trinta anos, apesar da empresa ter multiplicado o seu tamanho, ou melhor, o seu valor de mercado, pois naquele período não existia por exemplo o projeto Carajás, hoje a Vale não possui 20 mil empregados. Atualmente várias empresas são contratadas até para executarem serviços essenciais da companhia, mas os seus funcionários não possuem os direitos que um empregado direto possui, e, além disso com os salários baixos. O atual governo deveria tomar a postura de defender e trabalhar para que aconteça a reestatização da Vale. O plebiscito é uma forma de demonstrar nossa insatisfação diante de tudo que está ocorrendo na política nacional.
Pior ainda quando nos recorremos à Constituição Federal no art.23,I, onde declara que é competência da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios “ CONSERVAR O PATRIMÔNIO PÚBLICO”. A CVRD é ainda sem margem de dúvida nosso patrimônio. Não dá pra engolir.
NÃO É A MESMA PRAÇA
As mudanças são necessárias? Sim, é claro, mas, algumas ponderações precisam e devem ser levadas em conta. Eu quero falar pra vocês, por exemplo, um caso com o qual eu passei a me perguntar. Será que a placa colocada na Praça Santa Mônica, ou melhor, a Praça Jacinto Thomaz Martins da Costa deveria ser ou não retirada? Acredito que devemos levar em conta alguns fatores e, necessariamente teremos ou haveremos de fazer algumas perguntas básicas: Por que a placa foi colocada? Por quem? Quando? Bom, sabemos que o Lions deu uma contribuição significativa ao município e a população. Conforme podemos observar nos dizeres da referida placa “LIONS CLUBE DE NOVA ERA DISTRITO L-27 SERVINDO À COMUNIDADE HÁ 25 ANOS 1961 – 1986”, nos leva a acreditar que esta instituição realmente exerceu um papel importante à comunidade local. Lembro-me, por exemplo, as “Campanhas da Boa Visão” realizadas pelo Lions. Sensatez e equilíbrio nas decisões são virtudes necessárias a qualquer administração séria, e naturalmente com uma atenção voltada ao clamor das ruas. Acredito que o que for bom deve ser preservado, principalmente em memória dos benfeitores, porém penso que adequações também são passiveis de serem feitas. Por que não melhorar o que está pronto? Quem sabe afixar a placa em algo que embeleze e destaque esta placa.